Num platonismo, um olhar é mágico.
2 segundos.
É o que basta, para que haja a frustração de ser apenas um olhar.
Mas também a euforia tímida de quem, uma vez mais, teve 2 segundos de atenção.
Teve 2 segundos de esperança.
E de revolta, por serem sempre só 2 segundos.